segunda-feira, 27 de junho de 2011

27/06/2011 - Resenha do O Mundo de Vidro no blog "Por Trás das Letras"

Segundona, um frio de rachar... ô vontade de dormir! rs
Boa semana a todos!

Começarei a semana postando aqui a resenha que o blog "Por trás das Letras" fez. Este é mais um dos muitos blogs bem legais que há na internet, sempre falando sobre literatura e abrindo espaço pros autores nacionais.
Vale a pena conferir! Pra ler a resenha completa, basta clicar no banner.



(...) Quero agradecer ao nosso autor parceiro Maurício Gomyde por ter realmente me brindado com esse livro MARAVILHOSO! Não é exagero, nem fato de ser “puxa saco”! “O Mundo de Vidro” do Maurício Gomyde é sensacional. Tanto achei que elogiei ao próximo autor, recomendei mil vezes no Twitter e recomendei também no nosso especial para o Dia dos Namorados como sugestão de presente ideal! Não retiro uma só palavra do que eu disse.

Conheça a história dele e a história dela, duas pessoas que tem o seu destino cruzado em um dia qualquer, em um vagão do metrô. Ele se apaixona por ela à primeira vista, e passa a persegui-la até encontrar um jeito de entrar em sua vida. A partir de então, faz de tudo para conseguir seu coração ?, passando por momentos bons e ruins.

Uma das coisas muito legais da história é que nem ele nem ela tem o seu nome citado. Uma jogada muito inteligente, no meu ponto de vista. Você pode imaginar-se no lugar das personagens, ou lhes dar o nome que você bem entender. Assim como o lugar também não é citado! A história pode se passar na minha, na sua, em qualquer cidade. Fantástico!

As personagens principais são hilárias!!! Ele é o tipo viciado em internet. Ela é o tipo viciada em vida natural. Logo no começo, imaginei alguma coisa tipo “Eduardo e Mônica”. Mas sério, ele e ela fazem um casal ainda mais legal e mais engraçado. Você dá muitas risadas do começo ao fim de toda a história. Tive que parar de ler no metrô porque eu chorava tentando segurar para não gargalhar!

Destaque para duas personagens: Horácio, a papagaia dele, que fala nas horas mais inoportunas e as coisas mais engraçadas (“Vai, féladaputa!”) e para Sandra, amiga dela, que odeia os homens e cria mil e um adjetivos para descrevê-los. São personagens secundários, mas que, no meu ponto de vista, merecem o total carinho dos leitores! (...)

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