domingo, 29 de janeiro de 2012

29/01/2012 - Entrevista para o "Jornalismo na Alma"

Pessoal, olha a entrevista que fiz para o ótimo blog Jornalismo na Alma, da Paloma Virício. 
Vale a pena conferir, tanto a entrevista quanto o blog como um todo.

Ótimo domingo a todos!

Para ler a entrevista completa, é só clicar no banner a seguir



 
Jornalismo na Alma-Como surgiu o desejo de lançar um livro?
Maurício Gomyde-Acho que vem desde a infância. Sempre fui contador de piadas nas festas de família... Os tios faziam uma roda e eu contava cada piada suja que era uma beleza! (Risos) E como li muito, e ainda leio, acabou que apareceu a vontade de colocar no papel as histórias que eu vivo, que eu teria vontade de viver. É um vício, um prazer enorme fazer isso.

Jornalismo na Alma-Como você configurou os personagens do livro? 
Maurício Gomyde-Eu planejei bem a Marina, que é a protagonista. Os outros personagens foram aparecendo aos poucos, conforme a necessidade da história. São sempre pessoas que eu conheço, ou com características de um, o jeito de outro, etc.

Jornalismo na Alma-Quanto tempo levou para escrever Ainda não te disse nada?
Maurício Gomyde- Levei sete meses, contando tudo. Desde a primeira linha até o dia em que mandei pra gráfica e disse "Seja o que Deus quiser"...

Jornalismo na Alma-Como surgiu a escolha do nome do livro?
Maurício Gomyde-Como é uma história de amor entre uma brasileira e um português, eu escutei muita canção portuguesa para "entrar no clima". Daí, me deparei com a canção que tem um trechinho que dá nome ao livro. Ela se chama "Se eu fosse um dia o teu olhar", do Pedro Abrunhosa. Gosto bastante, e virei um admirador da música portuguesa.

Jornalismo na Alma-Você acha que as cartas perderam força depois da popularização do e-mail?
Maurício Gomyde-Ah, isso sim. O e-mail é mais rápido, mais direto, mais condizente com a velocidade da informação nos dias de hoje. Isso não significa que eu ache o e-mail melhor, e nem que fosse abandoná-lo para só escrever cartas. Para cada momento, para cada pessoa em especial, há a escolha a ser feita.  Há pessoas com as quais só troco cartas. Engraçado, mas é uma nostalgia legal. O fato é: com tanta gente que acabamos conhecendo hoje, seria impossível trocar cartas com todos. Então, escolhemos um ou outro e estes se tornam especiais.

Jornalismo na Alma- Vi que o livro O mundo de vidro trata de sobre uma paixão avassaladora. Como surgiu a ideia de escrever sobre o tema?
Maurício Gomyde-Gosto demais das comédias-românticas do cinema. Então optei por escrever uma, e assim foi. As paixões sempre são avassaladoras, na verdade. E que bom que sejam assim! São as histórias da nossa vida que ficam pra sempre.

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