quarta-feira, 4 de julho de 2012

Entrevista para o site "Foolish Happy"




É sempre muito legal realizar entrevistas para falarmos do trabalho, da arte, da luta árdua por escrever, publicar e divulgar nossos livros.


Agradeço a todos os que sempre abrem estas portas para mim.

Hoje, uma entrevista para o site "Foolish Happy". Para ler a entrevista completa, cliquem aqui.

1. Você sempre gostou de escrever? Quando que o seu talento foi descoberto?
Sim, escrever sempre foi algo que me moveu. A minha escola era do tipo que exigia que os alunos escrevessem muitas redações. Isso, naturalmente, fez com que eu pegasse gosto pela coisa. Passei a ler bastante, também, até porque tinha esta influência dentro de casa. Meus pais sempre foram leitores contumazes e incentivadores também. Não sei precisamente sobre a “descoberta do talento”. Acho que, na verdade, foi a descoberta de uma necessidade de escrever. O talento a gente vai desenvolvendo com o tempo, conforme vai escrevendo, errando, acertando, estudando e tentando de novo. Ainda estou em processo de desenvolvimento deste talento, que é lento e super prazeroso.

2. Seus personagens são baseados em pessoas que você conhece?
Sempre! Claro que há uma dose muito grande de imaginação, mas os trejeitos, as formas de falar, a aparência até, acabo pegando de pessoas que fazem parte do meu dia a dia ou que encontro na rua. Acho super difícil falar sobre algo que não se conhece muito bem.

3. Houve alguma situação na sua vida que gostarias de passar para um livro?
Ah, várias das situações que já contei no “O Mundo de Vidro” e no “Ainda não te disse nada” aconteceram comigo. Claro que eu acabo dando a adaptada para encaixar na história. O novo livro, chamado “O Rosto que Precede o Sonho”, tem muito sobre mim também.

4. O que você acha que é o ponto de partida para um escritor?
Se você estiver me perguntando em relação à história que ele vai contar, o ponto de partida é descobrir uma boa premissa. Pelo menos no meu caso, eu começo assim, tentando achar uma frase bem simples que vá nortear a história. Claro que no final das contas a história contada acaba totalmente diferente, mas o ponto inicial é fundamental. O escritor precisa definir se vai escrever um drama, uma comédia, um romance romântico. Planejar as personagens, estruturar o romance antes, utilizar boas técnicas. Há muitos livros sobre técnicas de escrita e que ajudam muito. Agora, o fundamental é escrever todos os dias, se entregar para a história. Acho que, assim, as ideias vêm mais rápido.

Nenhum comentário:

Postar um comentário